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terça-feira, 24 de julho de 2012

DESINTOXICANDO O FÍGADO!




Para ajudar este órgão tão importante a eliminar toxinas indesejáveis e tornar nosso corpo mais leve e saudável diversas atitudes devem ser tomadas:

REMOVER: Alguns alimentos e bebidas que comumente contém toxinas ( refrigerantes, bebidas alcoólicas, alimentos industrializados com corantes, embutidos) e alergenos alimentares devem ser excluídos da dieta. Classicamente, os alimentos com maior potencial alergênico são o leite de vaca, derivados lácteos e açúcar. 

PROVER: Fazer 4 a 6 refeições diárias que incluam frutas, vegetais crus, sementes, carnes magras e cereais integrais. Use sucos de fruta natural com folhas (couve, espinafre, salsa, aipo...), prepare uma sopa com carne magra ou frango, legumes e coma com 1 colher de sopa de aveia, para os lanches coma frutas acompanhadas de castanha ou semente de linhaça moída  
   
FORNECER: É importante suprir as necessidades dos nutrientes que agem como cofatores ou que são necessários para as reações de detoxificação. Para isso é preciso uma alimentação rica em alimentos crus e organicos, mais ricos em nutrientes protetores 

HIDRATAR: A hidratação adequada é importante para promover a eliminação dos produtos biotransformados. É importante lembrar que as principais vias de eliminação são vias aquosas: urina, fezes, respiração, suor. Desta forma um aumento na ingestão de água possibilita a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos.

 PRINCIPAIS ALIMENTOS COM PROPRIEDADES BENEFICAS AO PROCESSO DE DESTOXIFICAÇÃO

Chá verde ou preto: vários trabalhos demonstram sua importância e sua ação como antioxidantes e sobre as enzimas da fase II devido á presença de compostos fenólicos variados, como a quercitina, catequinas e teaflavinas. 
Alecrim, cúrcuma e gengibre. 
Alho e cebola: seus compostos enxofrados, como ajoeno, alicina, sulfetos e outros tem comprovada ação antioxidante e hepatoprotetora. 
Frutas cítricas (limão, lima e maracujá) 
Uvas, cerejas, mirtilo, framboesa e outras pequenas frutas vermelhas: são importantes fontes de compostos antioxidantes e antiinflamatórios com quantidades concentradas de vários nutrientes essenciais para a detoxificação como zinco, cobre, manganês, magnésio, selênio e cálcio. 
Cereais integrais e leguminosas: fornecem compostos importantes como as fibras solúveis, que auxiliam na redução de absorção das substâncias tóxicas no nível intestinal, seja por melhorar a evacuação e a microbiotica intestinal 
Vegetais da família Brássicas: couve, couve-chinesa, couve-flor, rúcula, agrião, mostarda, repolho, brócolis. Fornecem glicosinolatos que eliminam toxinas. 
Soja 
Peixes: fontes de aminoácidos enxofrados 
Alimentos orgânicos (livres de agrotóxicos) de uma forma  geral: é fundamental se estimular o consumo de alimentos cultivados ecologicamente, livres de agrotóxicos com especial atenção aqueles consumidos com maior freqüência como arroz(cereais) e feijão (leguminosas), por exemplo. Lembramos ainda que muitos estudos indicam que alimentos cultivados sem agrotóxicos possuem maiores quantidades de fitoquímicos do que aqueles produzidos pelo método tradicional.
           Outro dado importante é que a adequada higiene dos alimentos submetidos aos agrotóxicos é capaz de reduzir a sua quantidade diminuindo seus efeitos deletérios á saúde humana. Em alguns casos é possível se remover 80% do agrotóxico presente no alimento apenas com a higiene adequada.
Quando não for  possível se consumir alimentos orgânicos é importante seguir algumas orientações: 

- lavar frutas e verduras abundantemente 
- descascar frutas e raspar os vegetais (já que a maior parte dos agrotóxicos encontra-se nas cascas) 
dar preferência, na hora da compra, aos produtos de época que requerem menores quantidades de agrotóxicos durante o cultivo. 
- comprar alimentos próprios da região de residência 
- evitar os alimentos comumente conhecidos pelo alto índice de agrotóxicos (batata, tomate, mamão, morango, pêssego)  
dar preferência aos alimentos orgânicos, principalmente para aqueles com maior consumo.

Fonte: www.maribel.com.br

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Alimentação saudável no dia a dia



Este texto está direcionado para as mulheres, mas são dicas que se aplicam a todas pessoas!!! 

Atualmente, a correria e o stress da vida atribulada que muitas mulheres levam torna cada vez mais difícil adotar e manter hábitos alimentares saudáveis. É comum encontrar pessoas que não têm horários fixos para se alimentar e acabam por substituir as principais refeições por lanches rápidos que são ricos em calorias e gorduras, ou pelo consumo de guloseimas durante todo o dia. 
É importante que a mulher procure realizar de 5 a 6 refeições o dia, com intervalo de 3 horas entre as refeições. É importante ter um tempo para saborear a comida e mastigar bem os alimentos, já que muitas vezes pela correria do dia não se tem tempo para uma alimentação correta. 

Mulheres que comem enquanto trabalham, em frente ao computador, tem tendência a consumir quantidades maiores, pois comem sem perceber e isso dificulta o estímulo à saciedade.

Para começar o dia com mais saúde e energia é recomendado que a mulher fique atenta ao que irá comer no café da manhã. É importante incluir alimentos que irão fornecer energia ao organismo e aumentar a disposição. Boas opções são: pão integral com tahine, salada de frutas com granola e mel, iogurte com aveia e agave, mingau de quinua e cacau, bolo integral de frutas, castanhas, bebida vegetal de arroz com flocos de milhos e frutas secas. 

Mais Dicas
Lanches rápidos e saudáveis: Os lanches não devem substituir as principais refeições. Boas opções para pequenos lanches saudáveis são: barras de cereais de sabores variados, biscoitos integrais doces ou salgados, sementes oleaginosas (nozes, castanha de caju, castanha do Brasil, amêndoas, avelãs, amendoim e pistache) e frutas secas. Se tiver geladeira no seu local de trabalho, outras opções são: iogurtes de soja ou desnatados, frutas in natura, sucos, chás e sanduíches naturais.

É importante ter cuidado com o consumo de café, pois em grande quantidade a cafeína pode tornar-se prejudicial e o açúcar que é adicionado aumenta bastante as calorias ingeridas. 

Vale lembrar que uma alimentação equilibrada e uma boa noite de sono, associados à prática regular e orientada de exercícios físicos também podem ajudar a melhorar a performance no trabalho. 

Outra dica e reservar alguns momentos para o lazer e relaxamento. Seja um momento de descanso com a família ou até mesmo um momento só, individual. Organizar o tempo, dividir os horários e separar um tempo para realizar uma atividade que dê prazer.

Confira mais algumas dicas

- Escute um CD com músicas relaxantes;

- Leia um bom livro;

- Utilize massageadores de madeira para relaxar;

- Perfume o ambiente com aromatizador de ambientes de lavanda que ajuda a acalmar;

- Utilize travesseiro com ervas como camomila e erva doce, que ajudam a ter uma boa noite de sono;

- Atividades em contato com a natureza como passeios e caminhada aliviam o estresse. Aproveite essas oportunidades para criar um momento em família. Um picnic é uma ótima alternativa de passeio em família;

Fonte: Mundo Verde

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Óleo de coco extravirgem, usar ou não usar?!



Com tanta polêmica sobre o consumo do óleo de coco vou dividir algumas informações que recebi com vocês: 


- Ação Antioxidante: Diminui a produção de Radicais Livres, contém vitamina E em todas suas frações!
Redução do colesterol: Reduz o MAU colesterol (LDL) e evita que ele se oxide, além de ajudar a melhorar o BOM colesterol (HDL).
- Colabora no processo de emagrecimento: De fácil absorção, é melhor fonte de TRIGLICERÍDIOS DE CADEIA MÉDIA, não precisando de enzimas para sua digestão e metabolismo. No fígado se transforma rapidamente em energia, desta maneira não se depositam no organismo. Por isso é considerada termogênica, ou seja, capaz de gerar calor e queimar calorias.
- Melhora do sistema imunológico: Apresenta a maior concentração de ácido Láurico, que é o mesmo presente no leite materno! Age na prevenção e no combate aos fungos e parasitas, e restabelece a anergia "roubada"por eles. Melhora absorção dos nutrientes, aumentando todas defesas do organismo.
- Regula função intestinal: Tanto nos casos de prisão de ventre ou mesmo nas diarréias, os componentes da gordura de coco agem normalizando as funções intestinais.
- Ação dermatológica: Além de poder BACTERICIDA na pele, pode ser usado com cicatrizante de feridas, picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento da herpes e candidíase.
- Diabéticos: A gordura de coco proporciona uma sensação de saciedade ainda maior, acima de tudo não estimula a liberação de insulina, contribuindo desta forma para diminuir o "craving"compulsão por carboidratos, principalmente doces. Contrário aos demais óleos polinsaturados que dificultam a entrada da insulina e nutrientes na célula, deixando-as literalmente FAMINTAS, ele "abre" as membranas, não somente permitindo que os níveis de glicose e insulina se normalizem, como também melhorando sua nutrição, restabelecendo os níveis normais de energia.


Não existe milagre, mas podemos sempre contar com a ajuda de alguns alimentos/suplementos para perder peso e restabelecer a nossa saúde geral! 


Fique de olho na qualidade do óleo que você está consumindo, procure sempre se informar sobre a marca antes de comprar o produto!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo!



Tratamentos Biomédicos para o Autismo, o que é isso?

Os Tramentos biomédicos são baseados em pesquisas bioquímicas e biomédicas feitos por vários profissionais em várias partes do mundo. Um dos pioneiros deste movimento foi um psicólogo e pesquisador norte americano, o finado Dr. Bernard Rimland que fundou na California o ARI (Autism Research Institute) e a Autism Society of America (ASA).

O Dr. Rimland acreditava que o autismo é causado, na maioria dos casos, por causas biológicas ou físicas, derrubando para o alívio de muitas mães, a teoria da “mãe refrigerador” em que acreditava-se naquela época que o autismo era causado por falta de amor das mães. O seu trabalho mostrou-se eficiente, e ele ajudou na recuperação de mais de 1100 pacientes com autismo, comprovados com vídeos de antes e depois do tratamento, além disso ajudou a vários outros milhares a recebecem melhoras significantes.
De acordo com o trabalho do Dr. Rimland, a maioria dos autistas não tem nenhuma causa genética ou metabólica, mas apresentam pelo menos uma causa biológica; tal como intoxicação com metais pesados, intolerância alimentar, proliferação de leveduras e bactérias, transtornos intestinais, sensibilidade ao glúten e à caseina, desequilíbrio nos ácidos orgânicos e/ou deficiência nutricional.

Nos dias atuais, o tratamento biomédico completo, dependendo dos resultados dos exames, geralmente envolve intervenção dietética, nutricional, suplementação vitamínica, e pode incluir o uso de medicamentos homeopáticos.

Esses exames vão pesquisar o corpo do paciente por transtornos que são geralmente comuns no autismo como anormalidades em ácidos orgânicos, intolerâncias alimentares, contaminação com metais pesados e proliferação de leveduras. Esses problemas quando encontrados, são resolvidos de forma natural e eficiente.
Geralmente as medidas que são tomadas para o melhoramento de vida do paciente envolvem a adoção de uma dieta sem glúten e sem caseina, que tem como efeito desde melhora dos problemas relacionados à digestão a melhora no sono, aumento de concentração, menos auto agressão, maior interatividade social e maximação na linguagem que geralmente é limitada na maioria das crianças no espectro.

Existem exames laboratoriais que mostram que muitas crianças no espectro têm alergias a diversos alimentos, principalmente a alimentos que contém o glúten (proteína encontrada em grão como trigo e cevada) e a caseina (proteína do leite). Pelo fato dessas proteinas ser de difícil digestão por pacientes no espectro, essas proteínas acabam escapando para rede sanguínea em forma de peptídeos, os quais têm estrutura molecular semelhante a opiáceos, afetando o cérebro de forma semelhante a norcóticos como a morfina. Crianças com intolerâncias ao glúten e à caseina costumam viciar-se a alimentos que possuem essas proteínas, e na maioria das vezes esse problema é despercebido pelos pais que não tem conhecimento desse fato. Existem alguns pacientes que rejeitam qualquer outro alimento, preferindo apenas se alimentar de leite e pão, ficando então presas em um ciclo de dependência bioquímica. A dieta sem glúten e sem caseina tem o objetivo de liberar o paciente dessa dependência, possibilitando uma dieta mais variada e nutritiva.

Outros problemas que o tratamento biomédico ajuda e reduzir, são problemas gastrointestinais, geralmente resolvendo o problema de leveduras e repopulando a flora gastro-intestinal com lactobacillus e outros probióticos. Também, a deficiência vitamínica é comum pelo fato de pessoas com autismo terem uma capacidade reduzida de absorção gastrointestinal, nesse caso, muitas vezes as vitaminas do complexo B são muito escassas, tendo entre elas a vitamina B6 que é necessária na síntese de vários neurotransmissores e sua integração tem sido associada com melhora na atenção e fala.

Somente sabemos que estamos no caminho certo quando vemos que estamos alcançando resultados, e isso já estamos tendo muito com os tratamentos biomédicos, pois os Doutores ten reportado resultados nunca vistos antes com outros tratamentos para o autismo, tais como pacientes que eram considerados crianças impossíveis, e agora estão indo bem na escola, crianças que não falavam, e agora falam, além de pacientes que viviam em cárcere privado e hoje andam nas ruas pacificamente. Se todo o Brasil continuar seguindo na mesma direção, com entidades e profissionais se unindo para alcançar o mesmo objetivo, sabendo que o tratamento biomédico, integrado com o terapêutico, nutricional e pedagógico abrirá a porta para uma vida com um grande potencial.

Fonte:http://www.autismoinfantil.com.br/o-que-e-tratamento-biomedico.html

terça-feira, 20 de março de 2012

Panela velha é que faz comida boa, será??


Aproveitando o tema do Momento da Saúde de hoje, na Rádio El Shaday em Uruguaiana (104,9fm), vou colocar um material sobre os tipos de panelas.

Muita gente ainda usa panelas antigas e bem gastas, isso não é indicado pois quando a panela perde a camada protetora (revestimento) os minerais que compõem as panelas podem interagir com os alimentos trazendo prejuízos .

Abaixo uma relação das panelas e as interações com os alimentos e os cuidados que devemos tomar!


PANELA DE FERRO :
Reage com a acidez do alimento(tomate, legumes, geléias, feijões)liberando mais ferro para este tipo de alimento.
Tempo de uso da panela (quanto mais tempo de uso mais libera ferro) assim como tempo de cocção, quantidade de líquido usado no preparo e temperatura interferem na quantidade de ferro liberada pela panela .
Não guardar alimentos prontos pois oxidam e após a lavagem deve ser seca sob a chama do fogão.

PANELA DE ALUMÍNIO:
O limite de ingestão diária de alumínio tolerável é de 1mg/kg/peso corporal/dia, segundo a OMS, 1989.
A média de ingestão diária de alúmínio estimada pode variar de 2 a 36 mg/l, sendo que o nível aceitável no sangue é de até 5 mg/l.
O transporte do ferro e do alumínio para o sangue é feito pela transferrina, ambos (Ferro e Alumínio) competem por esta proteína, se o nível de alumínio for maior haverá redução na absorção do ferro, facilitando a anemia.
Fontes de alumínio: picles, queijos, fermentos, água, refrigerantes em lata, utensílios, medicamentos, desodorante antiperspirante.
Quanto mais nova for a panela mais alumínio libera para o alimento. As panelas novas devem ser fervidas com água de 3 a 4 vezes antes de usar.
As manchas escuras protegem da liberação do alumínio, portanto não arear as panelas por dentro.
Não cozinhar alimentos que contenham enxofre como couve, brócolis, espinafre, cebola neste tipo de panela, uma vez que facilitam a liberação deste metal.
É contra indicado para frituras por atingir alta temperatura.
Fatores como o teor de água, a concentração de sal e açúcar facilitam a transferência do metal para o alimento.
Nos cereais a migração é muito pequena (arroz, milho, trigo). Pacientes com insuficiência renal não devem usar panelas de alumínio

PEDRA SABÃO: Precisam ser curadas antes de usar, pois podem liberar níquel (metal tóxico)
Alimentos ácidos e água liberam mais metais.
Metais liberados na panela de pedra sabão: ferro, cálcio e magnésio.
Não serve para guardar o alimento.
Cozinha lentamente e serve para carnes.

CERÂMICA: As de preparo artesanal podem liberar chumbo e cádmio, porém as industrializadas são consideradas as mais seguras, uma vez que não liberam metais para os alimentos.
A fragilidade e o preço alto é que afastam os consumidores, e ainda exigem cuidado na hora do preparo pois podem queimar os alimentos com mais facilidade que outros materiais.
Este é o tipo de panela mais segura quanto à transferencia de metais.

COBRE: O cobre é um mineral que em doses excessivas torna-se tóxico causando diversos sintomas como dores articulares e musculares, edema generalizado, calvície precoce entre outros. Os doces feitos em tachos de cobre podem contaminar com cobre.

PANELAS COM REVESTIMENTO ANTI ADERENTE:
Este tipo de revestimente oferece alta resistência a agentes agressivos, sendo insolúvel aos solventes conhecidos.
É estável termicamente a temperaturas de até 250º C, porém em frituras ou preparos que elevem o aquecimento acima de 250º C pode originar a migração de metais pesados. Os metais pesados favorecem a liberação de aminas heterocíclicas, causadoras de câncer.
Serve para ferver água e cozinhar vegetais no vapor.
Evitar o preparo de proteínas (carne, leite, ovos, frango, peixe) que exigem alta temperatura e longo tempo de preparo, além de facilitar a transferencia das aminas cancerígenas.
A preparação deste material destrói a camada de ozônio.
NUNCA LEVAR AO FOGO VAZIA, POIS FICA QUEIMANDO O REVESTIMENTO!!

PANELAS DE AÇO INOXIDÁVEL:
São ligas obtidas pela fusão com o ferro, possibilitando a migração de níquel para o alimento, assim como cromo e ferro.
Reduz a exposição ao metal tóxico com o tempo de uso, se a panela for nova, ferver água 3 a 4 vezes antes de usar.
Evitar o preparo de alimentos ricos em enxofre (espinafre, couve, brócolis, mostarda)
É contra indicado para frituras e para indivíduos sensíveis ao níquel (depressivos com redução de lítio).
Não guardar alimentos prontos.

ESMALTADO:
Não usar as panelas antigas feitas antes de 1985 por conterem metais tóxicos
Requer habilidade no preparo para não queimar o alimento.

PANELAS DE VIDRO: Além de muito bonitas são muito seguras e servem para guardar os alimentos depois de prontos, porém tem o preço elevado e são muito frágeis.
São também muito aderentes podendo queimar e grudar o alimento.

Fonte: Nutricionista Maribela - Adaptado do livro POR DENTRO DAS PANELAS publicado pela livraria Varela. Este trabalho faz parte da dissertação de mestrado da Nutricionista Késia Diego Quintaes – Ouro Preto - MG

terça-feira, 13 de março de 2012

As Cores da Saúde


Para esta semana, em homenagem ao final do Carnaval fora de época, uma dica bem colorida!!!

Todo mundo sabe que faz bem um prato bem colorido, agora vamos descobrir por que nos faz tão bem!



Roxo

Exemplos de alimentos: Alcachofra, Almeirão Roxo, Alface Roxa, Alho Roxo, Ameixa Preta, Amora, Azeitona Preta, Batata Roxa, Berinjela, Beterraba, Cebola Roxa, Figo Roxo, Framboesa, Jabuticaba, Jamelão, Lichia, Mirtilo, Repolho Roxo e Uva Roxa.

Contém niacina (vitamina do Complexo B), minerais, potássio e também vitamina C.
Mantém a saúde da pele, nervos, rins e aparelho digestivo e retardam o envelhecimento. Grande parte dos alimentos deste grupo possui ainda um poderoso antioxidante que previne doenças cardíacas.

Verde

Exemplos de alimentos: Abacate, Abobrinha Verde, Acelga, Almeirão, Alface, Azeitona Verde, Brócolis, Cebolinha, Coentro, Couve, Couve Chinesa, Couve de Bruxelas, Chuchu, Ervilha, Jiló, Kiwi, Limão, Maxixe, Mostarda, Pepino, Pimentão Verde, Quiabo, Repolho, Salsa, Uva Verde e Vagem.

Ricos em cálcio, fósforo e ferro. Promovem o crescimento e ajudam na coagulação do sangue, evitam a fadiga mental, auxiliam na produção de glóbulos vermelhos do sangue, além de fortalecer ossos e dentes.

Laranja

Exemplos de alimentos: Abacaxi, Abóbora, Abiu, Ameixa Amarela, Batata Baroa, Batata Doce, Batata Inglesa, Caju, Carambola, Caqui, Cenoura, Damasco, Gengibre, Kino, Laranja, Mamão, Manga, Maracujá, Mexerica, Moranga, Melão, Milho, Nectarina, Pêssego, Pimentão Amarelo, Sapoti e Tangerina.

Assim como os Vermelhos, alimentos da cor Laranja são fontes de carotenóides. Ricos também em vitamina C, que é um antioxidante fundamental para a proteção das células. Ajudam a manter a saúde do coração, da visão e do sistema imunológico.

Branco

Exemplos de alimentos: Aipim, Aipo, Alho, Alho-Poró, Atemoya, Aspargo, Banana, Batata Baroa Branca, Cará, Cebola, Cogumelo, Couve-Flor, Endívia, Graviola, Inhame, Mangostin, Nabo, Pêra e Pinha.

Nos alimentos de cor Branca encontramos as vitaminas do complexo B e os flavonóides, que atuam na proteção das células. Auxiliam na produção de energia, no funcionamento do sistema nervoso e inibem o aparecimento de coágulos na circulação.

Vermelho

Exemplos de alimentos: Acerola, Cebola Vermelha, Cereja, Ciriguela, Goiaba Vermelha, Grapefruit, Maçã, Melancia, Morango, Pêra Vermelha, Pimenta, Pimentão Vermelho, Rabanete, Romã, Tomate e Uva Vermelha.

Fontes de carotenóides, que são precursores da vitamina A. Bom para o coração e para a memória previne o câncer e fortalece olhos e pele. O licopeno, fotoquímico encontrado em alguns alimentos deste grupo, ajuda na prevenção do câncer de próstata.

Fonte; Paula Fernandes.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Confira algumas dicas para ajudar na detox


A eliminação das toxinas é feita, principalmente, pelo fígado que transforma as toxinas para que possam ser eliminadas através da urina, fezes e suor. Porém, esta função pode ser prejudicada pelo próprio excesso de toxinas e pela ausência de uma alimentação adequada que forneça os nutrientes necessários à detoxificação.

Para ajudar nosso organismo na eliminação dessas substâncias prejudiciais devemos priorizar alimentos que contém nutrientes que melhoram a capacidade de eliminar as toxinas. As vitaminas do complexo B, zinco, magnésio, selênio, cobre, enxofre e flavonóides, otimizam o trabalho do fígado, que juntamente com os rins e o intestino, promoverão a eliminação de substâncias tóxicas.

- Priorize o consumo de alimentos frescos, frutas, verduras e legumes orgânicos, para reduzir a exposição aos agrotóxicos;
- Utilize temperos naturais como alho, cebola, alecrim e cúrcuma, evitando temperos industrializados ricos em corantes e conservantes;
- Beba bastante líquido na forma de água, água de coco, sucos e chás naturais, que além de hidratar melhoram o funcionamento dos rins e intestino. Inclua o suco de cranberry e o suco de uva integral que são excelentes fontes de antioxidantes;
- Inclua arroz integral e quinua no almoço e no jantar, pois são ricos em vitaminas do complexo B e fibras;
- Utilize a castanha do Brasil em pequenos lanches ou na preparação de pratos e saladas, pois é uma excelente fonte de selênio;
- Pela manhã consuma um suco verde preparado com clorofila que possui antioxidantes. Bata no liquidificador uma polpa de clorofila, uma rodela de abacaxi, folhas de hortelã e um copo de água de coco;
- Inclua os crucíferos nas principais refeições, brócolis, couve-de-bruxelas, couve-flor, mostarda, nabo e rabanete, pois são ricos em enxofre;
- O uso de probióticos pode ser indicado para fornecer bactérias benéficas ao intestino, melhorando o funcionamento intestinal e a absorção de nutrientes;
- Consuma farinha ou biomassa de banana verde que apresenta ação prebiótica, ou seja, fornece energia para que as bactérias benéficas se desenvolvam, melhorando o funcionamento do intestino;
- Utilize gengibre nos sucos, vitaminas e para tempero de saladas, ele melhora a digestão e ajuda na desintoxicação;
- A semente de abóbora é boa fonte de zinco, magnésio e cálcio, pode ser utilizada em saladas e como aperitivo.

Fonte: Mundo Verde